24/01/2010 (6º encontro)

janeiro 24, 2010

Continuando a série sobre o relacionamento transformador de Jesus, o tema hoje foi: Jesus valorizava as pessoas acima das coisas

[Ministração: Luiz]

Jesus tinha uma coração compassivo e generoso. ouvir e acolhia a todos que o buscavam. Pra Ele, estar e atender as pessoas era tão importante que Ele deixava de comer e até dormir, como vemos em:  Mc 3.20 / Mc 6.31 / Mc 4.38

Jesus se preocupava bem mais com a alma do que com o físico das pessoas. Mc 8.2-3 / Jo 6.14 / Jo 2.11 As curas que Ele realizava eram pra mostrar isso também.

Ele operava milagres para que o lado espiritual das pessoas fosse despertado e pra mostrar Seu poder e autoridade vindos do Pai. Mt 4.4 / Lc 5.8

Tudo o que Ele fazia era com o intuito de que as pessoas acreditassem que Ele é o Filho de Deus.

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Vamos refletir durante essa semana nos baseando nos exemplos de como Jesus valorizava mais as pessoas do que programas e estruturas eclesiásticas:

–> Lc 13.10-17: Ele estava ensinando quando viu a mulher curvada. Ele parou o estudo bíblico porque naquele momento, curar aquela mulher era o mais importante pra Ele. No verso 14 vemos a reação da religião organizada, que coloca as “coisas” (programas, regimentos, estatutos, dias especiais…) acima das pessoas. Esse tipo de imposição religiosa, transforma a igreja (templo) que deveria ser terapêutico em um fenômeno patológico, que gera posturas neuróticas e neurotizantes. Podemos identificar esse tipo de “doença” quando:

- coisinhas irrelevantes se tornam grandes questões teológicas;

- há preocupação demais com a aparência e as formas externas;

- a obsessão por decidir entre o certo e o errado e é tanta que não se leva em conta as feridas que vão se abrindo na alma das pessoas;

- as convicções são fundamentadas em conceitos tradicionais e não na essência dos princípios bíblicos;

- se exalta uma espiritualidade exterior e orgulha-se dela, sendo apenas litúrgica.

–> Mc 10.13-16: Nos versos 1 ao 12 Jesus falava sobre o importante assunto do divórcio, quando foi interrompido nos versos seguintes por crianças. Os discípulos acharam aquilo um absurdo e chamaram a atenção da criançada. Mas no verso 14 vemos a reação de Jesus, que indignado com a postura dos discípulos, abençoou as crianças. Devemos relembrar que naquela época as crianças e as mulheres eram marginalizadas e é justamente esse tipo de pessoa que mais necessita de atenção.

–> Mc 5.25-34: Nos versos anteriores (21-24) vemos que Jesus tinha em sua agenda a programação de ir até a casa de Jairo para curar sua filha. Mas Jesus atrasou essa visita para atender a uma mulher que estava desesperançosa.

–> Lc 18.35-43: Ele interrompeu uma caminhada para socorrer um cego que até então, vivia à margem da sociedade. Após sua cura, esse homem não só recuperou a visão como teve sua vida toda transformada por causa daquele encontro com Cristo. Podemos aprender desta lição que:

- quantos Bartimeus não estão por aí afora esperando que levemos Jesus à eles para que se tornem seres humanos em todas as dimensões?

- não podemos continuar compactuando com as atuais estruturas eclesiáticas que criam obstáculos e empecilhos que impedem a Graça livre de Deus chegar e abundar na vida dessas pessoas!

(Fonte: Apostila ‘Teoria e Prática da Vida de Cristo’ – ITQ)

Obs.:

Não haverá reunião no próximo domingo dia 31 de janeiro pois estaremos nos reunindo num almoço/encontro com os irmãos da Igreja em Pouso Alegre. Para conhecer um pouco sobre esses irmãos abençoados, visite> http://www.fazendodiscipulos.com.br
Retornaremos normalmente ás 16 horas no dia 07 de fevereiro e esperamos sua visita!


16/01/2010 (5º encontro)

janeiro 18, 2010

Série: O relacionamento transformador de Jesus / Tema: O equilíbrio de Jesus

[Louvor: Todos os participantes - Oração e Interecessão: Luiz e Silvinha - Ministração: Silvinha]

Em Sua vida Jesus ensinou através de pregações fundamentadas em um profundo equilíbrio e bom senso. Em algumas passagens dos Evangelhos Ele demonstrou uma capacidade de ver as coisas como realmente são, em variadas situações, como por exemplo:

Lc 12.16-21 / Lc 14.28-30 / Mt 5.45 / Mt 24.43 / Mc 7.18/22

Em Seu modo de agir e ser Ele transmitia sensatez: Jo 8.59 / Jo 11.57 / Jo 12.36 / Jo 10.39 / Lc 4.30 / Jo 7.10 / Jo 4.1-3 / Mc 7.24 / Mc 8.13

Jesus não espiritualizava as coisas, pois as compreendia de forma clara e objetiva. Exemplos: Mt 5.24; 34; 39; 44 / Mt 24.27 / Mc 13.28 / Mt 13.22 / Jo 16.21 / Mt 6.19 / Lc 12.54-55

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Como nos identificamos? Com bom senso e sabedoria ou como o néscio e estúpido de que fala o livro de Provérbios?

Agimos conforme nossos desejos e instintos naturais, sem ponderação e análise pela Palavra de Deus ou procuramos seguir a orientação de Efésios 5. 15-17?

15 Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, 16 Remindo o tempo; porquanto os dias são maus. 17 Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor.


15/11/2009 (4º encontro)

novembro 27, 2009

Tema: O mundo em que Jesus viveu

Ministrante: Silvinha

Jesus nasceu na plenitude dos tempos (Gálatas 4.4), ou seja, quando o tempo estava pronto pra recebê-Lo. E esse tempo era perfeito pro seu aparecimento pois havia o grego era a língua em comum, falada por todo o império romano; as guerras de conquistas haviam terminado, então, o império romano havia melhorado demasiadamente as estradas, o que facilitou não só comércio como também possibilitou as missões e porque os judeus eram o povo ideal pra ser usado no plano de Deus, uma vez que professavam a fé em um único Deus. Fora que os judeus aguardavam a vinda do Messias há muito tempo. O mundo estava mergulhado no pecado e precisava de salvação. Sendo assim, Jesus nasceu numa época da história que estava especialmente preparada pra receber o Salvador. Deus planejou tudo isso antes da fundação do mundo, por amor a nós.

Como personagem histórico, Jesus viveu num contexto político, social e religioso. Viveu sob um regime político totalitário que tentou tirar sua vida quando era recém-nascido. Naquela época Israel vivia sob o domínio de Roma que subjugou a Grécia, a Macedônia, a Síria, o Egito, a Palestina, a Espanha entre outros países. O Sinédrio era a mais alta representação política da época em Israel. Funcionava mais ou menos como o nosso atual Senado Federal. Era composto por 71 membros divididos em classes: sumos sacerdotes que pertenciam às famílias sacerdotais, os anciãos que eram os ricos proprietários, como por exemplo Nicodemos e José de Arimatéia e os escribas que também podem ser chamados de doutores da lei, que não eram ricos, mas sim intelectuais e na sua maioria fariseus (Marcos 14.53).

O Sinédrio manipulava as massas através do seu aparato religioso. Esse grupo sentia medo e inveja de Jesus pois Ele estava tirando deles o poder de influência que tinham sobre o povo uma vez que Jesus desmantelou os esquemas religioso que sustentavam a dominação sacerdotal e criou nas pessoas um senso crítico e de reflexão.

Em Marcos 15.1 lemos sobre a condenação de Jesus e vemos que ele foi transferido da jurisdição judaica, que era o Sinédrio, para a romana, de Pôncio Pilatos.  As autoridades judaicas, por mais que quisessem, não tinham poder para matá-Lo, não de forma legal. Só a instância romana podia fazer isso.

Analisando o comportamento de Cristo diante das autoridades políticas, quando foi julgado por elas, podemos apreender que: O silêncio, às vezes é uma poderosa arma; A justiça do reino de Deus provoca uma perturbação insuportável nos poderes injustos; As autoridades políticas estão sempre em condições precárias.

Na época em que Jesus viveu havia vários grupos religiosos. O mais conhecido eram os fariseus (que em hebraico significa separado). Eles eram um misto de religião com partido político. Quando surgiram eram zelosos e primavam pela pureza religiosa, com a proposta de preservar a fé viva durante o período interbíblico (400 anos antes de Cristo; Deus não falou nesse período, mas agiu.) Os saduceus (em hebraico quer dizer justos), detinham a maior parte da riqueza; não gostavam dos romanos, mas politicamente conseguiam conviver até que pacificamente com eles. na religião, aceitavam a lei de Moisés,, mas não a tradição defendida pelos fariseus. Os essêmnios (quer dizer piedoso) viviam como em comunidades, um tipo de irmandade e não se preocupavam com a vida política de Israel; praticavam o ascetismo. E os zelotes odiavam os romanos a tal ponto de formarem guerrilhas contra o império, tentando recuperar a independência. Simão, um dos discípulos de Jesus era desse grupo.

Mais de 2000 mil anos já se passaram da vinda de Jesus à Terra e de lá pra cá, sempre o destino da humanidade tem sido definido pelo tipo de relacionamento que o homem tem com Deus, através de Jesus. Aqueles que crêem verdadeiramente e se submetem ao senhorio do Senhor, tendo sua bvida pautada com os princípios da Palavra. vivenciam mudanças radicais em suas vidas, vindas de dentro pra fora.

REFLEXÃO PRA SEMANA:

Assim como nõs atualmente, Jesus viveu num mundo hipócrita, de legalismo, injustiça, contradições e corrupto. E mesmo assim, Ele conseguiu causar um enorme impacto na vida das pessoas e na história como um todo. Ele nos mostrou que podemos viver assim ainda hoje, tendo como Ele, equilíbrio de virtudes.

Será que somos capazes demonstrar indigação e compaixão diante de um duro coração que me critica? (cf Mc 3.1-6)

Conseguimos olhar com simpatia pessoal, alguém que possue uma vida financeira grandemente melhor que a nossa? (cf Mc 10.21)

Temos condições de mostrar firmeza e ao mesmo tempo ternura para aqueles que convivem conosco no dia-a-dia? (cf Mt 15.16)

Somos amáveis o suficiente para elogiar alguém por merecimento e logo após saber confrontá-lo por ser necessário, como Jesus fez com Pedro? (cf Mt 16.23)

Só quando adotamos o estilo de vida de Jesus em nossas vidas é que teremos condições de viver o Evangelho de forma genuína e plena, apresentando um cristianismo coerente e não uma mensagem distorcida dele.


08/11/2009 (3º encontro)

novembro 9, 2009

Ministrado pela Silvinha.

Deus permitiu que fossem escritos 4 Evangelho pra que se atingissem as 4 classes da população daquela época. O evangelista Mateus escreveu diretamente ao povo judeu; Marcos para os romanos; Lucas direcionou seus escritos para os gregos e João focalizou os cristãos, a Igreja de Cristo da época.

A mensagem central do Evangelho de Mateus é o cristo ungido de Deus e apresenta-o como Rei. Marcos mostra Jesus como servo, é um Evangelho prático, onde apresenta aquilo que Jesus fazia. Lucas apresentar Jesus como homem e João O apresenta como Deus.

Os 4 evangelhos apresentam o verdadeiro Evangelho – Jesus Cristo. As Boas Novas não são os eventos da vida de Jesus ou o que Ele ensinou, mas Sua própria Pessoa.

Antes dos 4 evangelhos serem escritos, a mensagem do Evangelho já estava sendo partilhada pelo mundo, pois a essência do Evangelho segundo Jesus diz respeito ao discipulado, que é o desenvolvimento espiritual dos cristãos. Quando uma pessoa recebe a Cristo, recebe o próprio Evangelho como Salvador de sua vida e não precisa, obrigatoriamente aprender ou compreender toda Sua história e doutrinas.

Os evangelistas foram inspirados por Deus pra escreverem os evangelhos, sendo assim, não foi algo que ocorreu de forma mecânica. Deus aproveitou a inteligiência, cultura, memórias e lembranças de cada um para que tudo saísse conforme Ele tinha planejado.

Ouve-se dizer comumente que ”o evangelho que muitas pessoas lêem é o evangelho segundo você. Como está sendo escrito o seu evangelho? O seu evangelho edifica ou escandaliza? Como as pessoas lêem o evangelho segundo sua vida na sua maneira de falar, de agir…?

A expressão “Filho do Homem” aparece aproximadamente 80 vezes na Bíblia, sendo 3 delas no AT e denota a humanidade perfeita de Jesus. Ela deriva de uma expressão hebraixa que implica numa posição de humildade ou ausência de priviglégios. O nascimento de Cristo foi através do parto natural de Maria. Jesus possui características em Sua personalidade que são difíceis de compreender por serem misteriosas e sofisticadas. Mas algumas que podemos citar são: flexibilidade, adaptabilidade, singeleza de coração e coragem intelectual.

Pra quem está em Cristo, não importam o que seus antepassados fizeram ou quais suas heranças. A cruz pôs fim em toda maldição. Na família de Jesus havia gente de todo tipo, mas nem por isso Ele nasceu debaixo de maldição. À luz do AT a maldilão é sempre resultado de uma ação. Portanto, ninguém tem o poder de nos amaldiçoar, além de nós mesmos. E fazemos isso quando transgredimos os mandamentos de Deus. Se você realmente é de Deus, toda maldição já foi quebrada pelo poder da cruz de Cristo!

As pessoas que experimentam a conversão genuína que é resultado da palavra viva e eficaz em sua vida (e não uma conversão psicológica, social ou intelectual), que permitiram que Deus verdadeiramente se tornasse Senhor de suas vidas, tendo controle sobre toda ela, são livres e não vivem em vão. Independente das circustâncias que se apresentam elas triunfam porque compreendem que essas circustâncias, muitas vezes, fazem parte do esquema Divino pra elas (Hb 10.24).

Rute mesmo sendo moabita, passou a fazer parte da genealogia de Jesus. Tamar, mesmo tendo uma relação incestuosa, passou a fazer parte da ascendências da família de Jesus. Raabe que foi prostituta boa parte de sua vida em Jericó, também passou a pertencer à família de Jesus. bate-Seba, mesmo caindo em adultério, idem. Portanto, você e eu temos jeito! Porque Tamar, Raabe, Rute e Bate-Seba tiveram jeito!!!

Jesus causou grande impacto sobre a sociedade de seu tempo e continua a mudar nosso estilo de vida e modo de pensar hoje! Como uma vida transformada hoje pode dar testemunho da vitalidade das transformações de Cristo?

Quem sou eu? Quem é você? Somos imitadores de Jesus de Nazaré? Temos uma persnalidade fascinante que reúne espiritualidade, humanidade e intrigante que leva as pessoas a se perguntarem: quem é aquele?
Ou somos pessoas comuns, que vivem na inércia e pequenez? Nós fazemos alguma diferença no meio em que vivemos ou somos apenas mais um?


01/11/2009 (2º encontro)

novembro 2, 2009

Nossa reunião começou com uma breve recapitulação do domingo anterior e alguns complementos. Quem ministrou hoje foi a Silvinha:

: Jesus Existia antes de todas as coisas, depois Se tornou homem e teve uma vida perfeita e irrepreensível, na qual devemos espelhar a nossa; como homem, fez uma obra grandiosa, incluindo Sua morte por nossos pecados.

Estamos utilizando os materiais da Igreja e também a apostila ‘Teoria e prática da vida de Cristo’ do ITQ.
Hoje falamos sobre Sua ressurreição, exaltação e volta.

At 2.24
A Palavra nos dá diversos pontos a serem observados sobre a ressurreição de Cristo. Alguns deles são:

. A ressurreição de Jesus é a sua vitória sobre a morte (ICo 15.54-57);
A morte não é simplesmente deixar de existir, mas é quando acontece o desligamento entre alma e corpo. Foi necessária a morte física de Jesus enquanto homem encarnado (Lc 24.39-40). Depois de Sua morte, Ele reapareceu aos discípulos algumas vezes, para provar que Sua ressurreição aconteceu por parte do Pai. Mas Seu corpo era transformado, não era mais feito da mesma matéria de até antes de Sua morte e precisava que fosse assim, pois nesse momento Jesus já não estava mais preso ao tempo e espaço com um corpo meramente carnal (Lc 20.20;24-27; Lc 24.31; Jo 20.;19;26).
Ressuscitando fisicamente, o que pra muitos cientistas e espiritualistas isso não é possível, mas com Deus tudo é possível e tem um propósito, Seu corpo voltou a ter ligação com sua alma e espírito. Isso quer dizer que com Sua ressurreição foi possível Ele vencer a morte ( ICo 15.54).

. É pela ressurreição de Cristo que produzimos fé no Senhor (Rm 10.9).
A fé dos discípulos meio que “entrou em parafuso” depois da morte de Jesus, como podemos ver em Jo 20.19;25; Lc 24.21-22). Essa fé foi restabelecida quando Jesus ressurreto apareceu aos discípulos (Jo 20.8;20). Se Ele não tivese ressuscitado, ninguém acreditaria nEle com Filho de Deus (Rm 1.4; At 13.33) nem como juiz universal (At 17.31).

. O fundamento de nossa união com Cristo é a Sua ressurreição.
Nossa fé em Jesus não é somente um pensamento ou uma simples aceitação mental das coisas que lemos sobre Ele. Se formos racionalizar, não há como haver fé, pois a fé não se discerne emocionalmente. E é essa fé nos une a Ele. Paulo diz que toda nossa vida é “em Cristo” 164 vezes. O pecador só é abençoado pela obra de Cristo na cruz quando é unido a Ele, pela fé.

A Igreja, apesar de ser um organismo celestial também é um organismo humano e pra que Jesus fosse O cabeça da Igreja era necessário ser homem eternamente. Por isso a necessidade dEle possuir um corpo humano, de ter nascido como nós através de um parto. Quando o verbo se fez carne e habitou entre nós, Ele não trouxe conSigo a natureza humana, mas adquiriu a de Maria, sua mãe. Jesus descende de Abraão e Davi (MT 1.1); foi um judeu como qualquer outro: respeitava a Lei, foi circuncidado ao 8º dia, sentiu fome, sede, cansaço (MT 8.24;19.28), era limitado em seus conhecimentos (Mc 11.13;13.32), tinha sentimentos e emoções humanas (Mc 10.13-16;6.6;10.21;9.30; Mt11.25-26;26.38;11.20-21; Lc 24.19; Jo12.27;7.1;11.54); foi tentado como qualquer outro homem (Hb 4.15) e dependia de encorajamento do Pai pra suportar Sua humanidade (Mc 1.35; Jo 6.15), exatamente como nós precisamos. Quando foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria, Ele deixou de ser abstrato para ser concreto. E o fato dEle ter se tornado humano, além de continuar sendo a segunda pessoa da Trindade, foi que Ele pôde nos salvar. Se não tivesse ocorrido a ressurreição do Seu corpo, Ele teria deixado de ser humano. Hoje Ele é “homem do céu” (ICo 15.47), o Filho do Homem (Ap 1.13) e O cabeça de uma raça  redimida (Ef 1.22-23).

Jesus é central e essencial à fé cristã. O que separa a nossa fé das demais religiões é que todas as demais tiveram um fundador que poderia ter sido outro e baseiam seus ensinos em doutrinas humanas. Mas nenhuma religião é fundamentada numa Pessoa Viva como o cristianismo, pois o cristianismo é o próprio Cristo. E nenhum outro ensino religioso ou filosófico pôde salvar seus criadores do salário do pecado (Rm 6.23); somente Jesus tem esse poder. E se esses ensinos, por mais lógicos que humanamente possam parecer, não foram capazes de salvar seus idealizadores, quanto menos seus seguidores. Esse é mais um ‘detalhe’ a se considerar acerca das religiões existentes, pois foi a ressurreição de Cristo que fez e faz a grande diferença entre a fé cristã e a religião dos homens.

A Ressurreição de Jesus é a base de nossa ressurreição.
Se Jesus não tivesse ressuscitado fisicamente, não haveria como sermos ressuscitado futuramente (Rm 8.11; ITs 4.14). Ele é “a primazia” (ICo 15.20;23; Cl 1.18 ); Seu corpo de glória é o padrão dos nossos corpos no futuro que creio estar breve (Fp 3.20-21; ICo 15.48:49) .

Depois de Sua ressurreição e aparição, Jesus foi Exaltado. Fp 2.9-11
Os homens do tempo de Jesus, inclusive os sacerdotes, o julgaram como criminoso e o desprezaram por Ele se declarar Deus e igualar-Se à divindade.
Podemos ver em Cristo todos os atributos morais e absolutos que vemos em Deus. Quando Deus fez o homem à Sua imagem e semelhança foi nesse sentido e não fisicamente.
Antes de vir ao mundo, Ele era Deus e não homem. Agora, depois da crucificação e ressurreição física, Ele é recebido e exaltado nos céus como homem e está à direita do Pai! (I Tm 3.16); Jesus é nosso Deus-homem. Ao ser exaltado recebeu de volta toda a glória como Deus (Jo 17.5); tem toda a divindade (Cl 2.9); Ele que antes havia declarado que só Deus poderia ser adorado (Mt 4.10), aceitou nossa adoração (Mt 14.33;15.9; Jo 20.28; Hb 1.6; Ap 5.8-14).

A volta de Jesus. Mt 24.30
Essa é nossa esperança!
A volta do Senhor foi profetizada:
• Pelos profetas (Zc 14.3-5)
• Por João Batista (Lc 3.3-6)
• Pelo próprio Cristo (Jo 14.2-3)
• Pelos anjos (At 1.11)
• Pelos apóstolos (Tg 5.7; IPe 1.7;13; ITs 4.13-18)

A vinda de Cristo será:
• Pessoal e corporal (Jo 14.3; At 1.10-11)
• Visível (Ap 1.7; IJo 3.2-3)
• Real (ITs 4.16)
• De surpresa (Mt 24.42-44; ITs 5.1-3)

Os motivos pelos quais o Senhor voltará são para:
• Ressuscitar os mortos em Cristo (ITs 4.16; ICo 15.22-23)
• Transformar os vivos a imortalidade (ICo 15.51-53)
• Arrebatá-los p/encontrá-lo nos ares (ITs 4.17)
• Julgar e recompensar os santos (IICo 5:10; ICo 3.12-15)
• Casar com a noiva (Ap 19.7-9;21.2)
• Destruir o anti-cristo (IITs 2.8)
• Julgar as nações (Mt 25.31-33)
• Julgar a todos (IITm 4.1)
• Acorrentar satanás por mil anos (Ap 20.2-3)
• Estabelecer seu reino milenar (Ap 20.4-6)


25/10/2009 (1º encontro)

outubro 25, 2009

Em nossa primeira reunião começamos a conhecer sobre Jesus, o que Ele fez, é e ensinou, afinal, é nEle que devemos nos fundamentar e apoiar nossa fé. Ministração do irmão Luiz.

Is 53.4-5; 10 A morte de Cristo foi humilhante, assim como o pecado é humilhante.

Cl 1:15-17 O que crêem são redimidos pela obra de Cristo.

Hb 1:1-3 A grandeza de Jesus; o Filho é superior aos anjos.

Jo 1.14 O Verbo feito carne

Fp 2.6-8 Somos chamados para imitar a Cristo O Criador de tudo o que existe e há de existir, se esvaziou de sua glória por amor e assumiu a forma de homem. Um exemplo claro: um homem se transformando em um verme. Quando o Verbo encarnou-se como homem foi algo muito maior, que não tem nem comparação; o homem é criatura e o verme também é.

João 1:1-3 Nós, meros mortais, iniciamos nossas vidas quando fomos gerados e passamos a habitar o ventre de nossas mães, mas antes disso não existíamos. Com Jesus foi diferente; Ele já existia antes de encarnar na Terra, mas não como homem e sim como o Verbo Divino. O Verbo nunca foi criado e foi Ele quem criou todas as coisas.

Jo 17.5 / 1Pe 2.22 Já como homem, Jesus continuou a se esvaziar não fazendo Sua vontade, mas sempre a do Pai. Tanto que no Calvário, Ele poderia ter pedido ao Pai que o livrasse caso tivesse mudado de idéia e Deus consentiria, pois respeita o livre-arbítrio que Ele nos deu. Mas Jesus, assim como Deus amou o mundo de tal forma que deu ao seu Único Filho pra morrer pela humanidade, também amou ao mundo oferecendo-se em sacrifício e morte de cruz; a morte mais humilhante que pode haver, justamente pra que a essa ação não fosse em vão ou esquecida com o passar dos anos. O pecado de Adão foi satisfazer sua vontade própria. Mas Jesus, o último Adão (I Co 15.45) veio conscientemente pra fazer sempre a vontade do Pai (Jo 4.34; 8.29). Por isso que Ele nunca cometeu pecado, porque sempre fez as vontade de Deus que é Santo. O diabo sempre tentou Jesus pra que Ele fizesse a sua vontade, mas Jesus ficou firme e isso foi sendo homem, não Divino. Portanto, se Jesus conseguiu, nós também conseguiremos ser obedientes a Deus. Leia também Hb 4.15; 7.26; I Jo 3.5)

At 10.38 At 2.22 Não admiramos apenas a santidade de Jesus enquanto homem, mas também o poder que adveio de Seu ministério. Ele fez muitos milagres, prodígios, sinais, ressuscitou mortos, andou sobre as águas, multiplicou alimentos, pregou às multidões, fez discípulos e ensinou-lhes como agradar o Pai. Como Ele fez isto? Não foi sendo Deus, pois havia se esvaziado da forma Divina e vivia como nós vivemos, como homem. Ele precisou do poder do Espírito Santo pra fazer a obra de Deus assim como nós precisamos. Deus se alegrou no batismo de Jesus, porque naquele momento foi sobre Ele o Espírito Santo (Mt 3.13-17). Tudo o que Jesus fez foi pelo poder do Espírito Santo de Deus. E nós devemos e podermos fazer o mesmo!

Jo 20.30-31 2 Co 5.21 / Is 53:5-6 Hoje em dia praticamente todas as pessoas sabem que Jesus morreu pelos nossos pecados. Mas por que foi necessário um sacrifício tão grande? Pra entendermos o amor de Deus é necessário entender que Deus é perfeitamente santo e justo e não pode suportar nem mesmo o que aos nossos olhos seja um pequeno erro. Rm 1.18. Como é que uma pessoa imperfeita como nós, pode agradar a Deus? Não há como. A Palavra já responde isso em Rm 3.10 e Rm 3.23. E a conseqüência de sermos assim está em Rm 6.23. Esta morte é a eterna, do espírito, que está destinada a toda a raça humana. Mas, quando o Espírito Santo nos convence do pecado, da justiça e do juízo, então entendemos nossa natureza pecaminosa e sentimos culpa; sendo assim, não temos paz. É nesse momento que começamos a entender pra que foi a morte de Cristo: pra ser feita a justiça de Deus e aplacar a Sua ira. Jesus concordou em ser castigado no nosso lugar, sabendo que nós é que merecíamos ser castigados pelos nossos pecados. Essa é outra grande prova do Amor Divino! Leia também: Is 53:10.

Sendo culpados perante Deus e com uma enorme dívida para com Ele, como reaveremos nossa paz? Quando entendemos que Jesus pagou o nosso castigo. (Is 53.6) A morte de Jesus tem um significado amplo: Com o pecado, o homem ofendeu a santidade de Deus e provocou Sua ira. (Rm 1.18) Por isso o homem está condenado ao castigo eterno. (Rm 6.23) O homem se tornou escravo do pecado e de satanás. (Ef 2.2-3) E perdeu a comunhão com Deus e não pode mais se relacionar com Ele. (Is 59.2) A morte de Jesus foi a solução pois foi propiciatória (Rm 3.25; Hb 2.17; I Jo 2.2; I Jo 4.10), significando que a justiça de Deus não foi eliminada e sim satisfeita. Foi um sacrifício (Ef 3.24; Ef 1.7) substitutivo. Cristo morreu por nós (I Pe 2.24; 3.18) como uma troca (do Justo pelos injustos) e com isso, nosso castigo já foi pago. Foi também redentora (Rm 3.24; Ef 1.7) pois Ele nos resgatou (Gl 3.13). Jesus não era escravo de satanás, foi até o “mercado de escravos” e nos livrou (Hb 2.14-15), e pagando o preço do resgate nos comprou com Seu sangue precioso. (At 20.28; Ap 5.9). E foi ainda reconciliadora (II Co 5.18-21; Cl 1.21-22); reconciliar quer dizer “fazer a paz”, quer dizer que afastadas as barreiras o homem pode novamente estabelecer relações com Deus. Como já houve propiciação, sacrifício e redenção, Deus então reaproxima o homem dEle e faz com que ele desfrute novamente de sua amizade.